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ESPETÁCULO PENÉLOPE CHEGA AOS PALCOS DE CURITIBA

Um dos trabalhos curitibanos criados durante a pandemia e apresentado em lives no Instagram, chega em versão presencial: PENéLOPE ganha os palcos em estreia nacional na capital paranaense. O roteiro debate e reflete relações familiares entre homens e mulheres nos dias atuais e sobre como Elas têm problematizado papéis históricos. A peça - com texto de Lígia Souza e direção de Nadja Naira - realiza seis apresentações no Teatro José Maria Santos, todas gratuitas. O texto leva ao palco os encontros e reencontros de dois irmãos ao longo de 10 anos: ela uma mulher desprendida e viajante; ele o responsável por permanecer na casa em que cresceram cuidando dos pais.

A fonte de inspiração é Penélope. A personagem título, no original da mitologia grega (Odisseia de Homero) passa 20 anos esperando o retorno de Ulisses, seu marido, que lutava na Guerra de Tróia. No texto de Lígia Souza, a dinâmica é repensada para as relações familiares já que, agora, nesta nova história, entre os dois irmãos, é a mulher quem ganha o mundo, enquanto ele permanece esperando. Segundo Lígia, PENéLOPE debate a própria presença da mulher na contemporaneidade já que “faz parte da arte repensar e problematizar as condições atuais, e o papel da mulher na manutenção e cuidado da família ainda é um tabu que merece ser mais discutido”.

Em cena, se reencontram os atores Uyara Torrente (também vocalista da curitibana A Banda Mais Bonita da Cidade) e Pablito Kucarz. Os dois estiveram juntos em diversos trabalhos que marcaram a cena curitibana, como Chiclete & Som, Com Amor e O Beijo. A peça também marca a volta de Uyara aos palcos, depois de anos se dedicando à música. Capitaneados pela direção de Naira, os artistas dão vida a estes dois irmãos, seus afetos, dilemas e desamores. Em PENéLOPE, o histórico de trabalho que os dois atores já haviam construído em outros trabalhos trouxe uma nova camada pra relação dos personagens e um vínculo muito maior entre os irmãos.

Embora tenha sido viabilizada sem recursos, com investimento da companhia, a temporada tem entrada franca. O público que desejar poderá contribuir voluntariamente adquirindo cartões postais exclusivos com frases da dramaturgia, ou, ainda, o livro com o texto da peça, também publicado pela la lettre, a partir de R$5,00 e R$25,00, respectivamente. Estes produtos estarão disponíveis após as apresentações, na lojinha montada no hall do teatro.

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